Como é realizado o serviço?

Meu foco é uma consulta psiquiátrica humanizada com o objetivo de ajudar a cuidar da sua saúde mental, tendo como a propósito uma escuta acolhedora e empática.

Pensando em um atendimento com a qualidade que os meus pacientes merecem, atualmente estou atendendo somente particular.

A minha consulta inclui uma avaliação psiquiátrica completa com um tratamento personalizado. Ao final sempre me coloco à disposição dos meus pacientes, via telefone, nos intervalos entre atendimentos, caso seja necessário sanar alguma dúvida.

Realizo atendimento presencial no consultório localizado em São Paulo, também realizo consulta domiciliar e interconsulta hospitalar. Além de, atendimento online em todo o Brasil e em outros países realizados através da plataforma de videoconferência.

Tenho uma secretária que trabalha comigo realizando os agendamentos e as confirmações das consultas, além de estar preparada para tirar todas as suas dúvidas referentes ao meu atendimento.

Será um prazer atendê-lo (a).

Perguntas frequentes

Os antidepressivos são medicamentos muito usados na psiquiatria para tratar diversos transtornos como depressão e ansiedade. Aqueles que atuam na serotonina, como a Fluoxetina, Sertralina, Paroxetina, Escitalopram que compõe a classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina eles podem apresentar efeitos colaterais sexuais importantes como perda do desejo sexual, problemas na ejaculação e no orgasmo, além de disfunção erétil. Tudo isso pode atrapalhar muito a adesão do paciente ao tratamento uma vez que impacta diretamente na qualidade de vida e no relacionamento. Esse efeito colateral é uma das principais causas de abandono do tratamento. Quando ele ocorre existem alternativas como a associação de outras medicações e até mesmo a mudança para outro antidepressivo que interfere menos na vida sexual. Por isso é de extrema importância identificar e tratar esse sintoma e não ignorá-lo, muitos pacientes não falam sobre sexualidade com seus médicos, e por isso é importante perguntar ativamente para todos eles.

Esse é um dos questionamentos mais frequentes no consultório e durante a consulta muitos pacientes já chegam dizendo que não querem tomar medicação porque não querem ficar dependente de remédio. O estigma do antidepressivo ainda é muito grande na população, as pessoas têm muito medo de ficar dependente da medicação e receio de ter que tomar o remédio a vida inteira. Os antidepressivos são medicações seguras, de tarja vermelha que atuam no sistema nervoso central, eles servem para regular a química no cérebro e são usados para tratar diversos transtornos mentais. O antidepressivo não é uma medicação que causa dependência, e sintomas de desconforto físico podem acontecer na retirada abrupta da medicação e configuram o que chamamos de síndrome de descontinuação ou retirada e para evitá-la é importante não parar a medicação por conta própria. Assim que o seu tratamento for concluído o seu médico vai retirar a medicação de forma gradual.

Um ponto importante entre os antidepressivos é que durante a fase de adaptação que ocorre nas primeiras semanas de introdução da medicação, o paciente pode apresentar efeitos colaterais indesejáveis, mas que melhoram com o passar dos dias à medida que o organismo se adapta a medicação. Nessa fase é comum o paciente se sentir pior e infelizmente muitos acabam abandonando o tratamento nesse período por acreditarem que a medicação está fazendo mal ao invés de ajudar. Em geral, esses efeitos indesejados duram cerca de duas semanas e logo os efeitos terapêuticos começam a aparecer. É muito importante o psiquiatra orientar o paciente sobre os possíveis efeitos colaterais nesse período e lembrar que cada pessoa responde de forma individual a medicação, alguns efeitos colaterais podem durar mais tempo em uma pessoa do que em outra. É importante não interromper a medicação por conta própria e qualquer dúvida converse com o seu psiquiatra.

Um ponto importante entre os antidepressivos é que durante a fase de adaptação que ocorre nas primeiras semanas de introdução da medicação, o paciente pode apresentar efeitos colaterais indesejáveis, mas que melhoram com o passar dos dias à medida que o organismo se adapta a medicação. Nessa fase é comum o paciente se sentir pior e infelizmente muitos acabam abandonando o tratamento nesse período por acreditarem que a medicação está fazendo mal ao invés de ajudar. Em geral, esses efeitos indesejados duram cerca de duas semanas e logo os efeitos terapêuticos começam a aparecer. É muito importante o psiquiatra orientar o paciente sobre os possíveis efeitos colaterais nesse período e lembrar que cada pessoa responde de forma individual a medicação, alguns efeitos colaterais podem durar mais tempo em uma pessoa do que em outra. É importante não interromper a medicação por conta própria e qualquer dúvida converse com o seu psiquiatra.

Essa é uma das perguntas que eu mais recebo por aqui, e nesse vídeo eu vou tentar esclarecer um pouco para vocês. Quando falamos em episódio depressivo a resposta é sim, o episódio pode ter cura, nesse caso a pessoa tem a remissão completa dos sintomas e retorno total da funcionalidade que apresentava antes do episódio depressivo. Mas devemos lembrar que a depressão é uma doença que tende a ser crônica e recorrente, ou seja, uma vez que a pessoa teve um episódio depressivo mesmo tendo sido curado ela tem uma chance maior de recorrência dos sintomas e de apresentar um novo episódio depressivo ao longo da vida. Essa chance aumenta à medida que o paciente apresenta novos episódios depressivos. Importante ressaltar aqui que é fundamental para o sucesso do tratamento e para evitar novos episódios, realizar o tratamento de forma adequada e manter a fase de manutenção do tratamento pelo tempo indicado pelo o seu psiquiatra. Quanto antes reconhecer os sintomas, buscar ajuda e iniciar o tratamento maior a chance de cura.

Esse é um assunto polêmico principalmente entre as mulheres. Pensando na depressão como uma doença crônica, em alguns casos o tratamento pode durar alguns anos ou até a vida inteira. Cerca de 30% das mulheres abandonam o tratamento com o antidepressivo por acreditarem que ele é o responsável pelo ganho de peso. Alguns antidepressivos apresentam sim como efeito colateral o ganho de peso em alguns casos como a Paroxetina e a Mirtazapina, além de um grupo de antidepressivos mais antigos chamados de tricíclicos que tem como exemplo a Amitriptilina e a Nortriptilina. Já outros antidepressivos podem levar a uma perda de peso como é o caso da Fluoxetina, muito importante ressaltar que essa perda de peso pode acontecer nas primeiras semanas de tratamento, mas é um efeito transitório que não se mantém a longo prazo. Um outro ponto importante é que mudanças como o ganho ou a perda de peso podem estar relacionados com a alteração do apetite ou diminuição da atividade física que podem ser sintomas do próprio quadro depressivo. Costumo dizer para os meus pacientes que o antidepressivo atua nesse caso na causa do problema e em decorrência da melhora do quadro o paciente pode ganhar ou perder peso e não necessariamente por conta do efeito colateral do antidepressivo. Mas esse é um assunto ainda muito controverso uma vez que pode sofrer influência de vários fatores. Vale lembrar que é de extrema importância não parar ou alterar a medicação por conta própria e caso você note algum efeito colateral indesejável converse com o seu psiquiatra.

Muitos pacientes me questionam ao final da consulta se podem beber uma taça de vinho ou um copo de cerveja aos finais de semana durante o tratamento psiquiátrico. Os psicofármacos podem potencializar o efeito depressor do álcool no sistema nervoso central, ou seja, uma vez que o paciente estiver em uso de medicações psiquiátricas e ingerir bebida alcóolica ele pode ter a sensação de ter bebido muito mais do que de fato bebeu. De uma forma geral muitos recomendam não beber durante o uso das medicações, pois não há estudos suficientes sobre qual a quantidade segura de ingestão do álcool nesses casos. Fato é que na prática isso varia e vai depender de alguns fatores como o diagnóstico do paciente, gravidade dos sintomas, a medicação que ele faz uso, comorbidades associadas, o perfil e as características particulares de cada um. Por isso, cada caso é avaliado de forma individual e em conjunto com o paciente. Em caso de dúvidas converse com o seu psiquiatra.

Muitos associam o psiquiatra como um médico que só prescreve remédios, remédios esses que acreditam que vão deixar a pessoa “dopada” ou “aérea”, mas isso não é verdade. Uma vez estabelecido um diagnóstico com base no manual de transtornos mentais, o DSM-V um plano terapêutico é traçado em conjunto com o paciente. Fato é que nem sempre o psiquiatra prescreve medicações, isso acontece em casos leves onde a psicoterapia é suficiente para a remissão completa dos sintomas. O tratamento psiquiátrico envolve na maioria dos casos a associação entre o tratamento farmacológico, que são os psicofármacos e o tratamento não farmacológico, uma vez que apenas os remédios muitas vezes não são suficientes. O tratamento não farmacológico envolve a psicoterapia e é fundamental para o processo terapêutico, além de abordagens de apoio como meditação e ioga. As estratégias como melhora do hábito alimentar e atividades físicas também são complementares e muito importantes.

Dra. você não vai solicitar nenhum exame para fechar o diagnóstico? Na psiquiatria o recurso mais valioso que temos para fechar um diagnóstico é através da entrevista psiquiátrica com o paciente onde vamos colher o histórico clínico completo, incluindo história de vida, história de doenças anteriores, histórico familiar, medicações em uso, além de realizar o exame do estado mental. Os exames de imagem, exames laboratoriais ou testes são considerados exames complementares e não diagnósticos e não substituem a entrevista. Eles são solicitados quando há necessidade de descartar causas orgânicas ou realizar diagnósticos diferenciais que possam estar gerando os sintomas psiquiátricos. É com base nos dados da entrevista que vamos elaborar um diagnóstico e traçar um plano de tratamento individualizado para o paciente.                     É importante estabelecer um vínculo com o paciente para o sucesso da entrevista.

A ansiedade é uma resposta normal e adaptativa do nosso corpo caracterizado por um sentimento constante de alerta frente a um perigo ou a uma ameaça futura. Isso passa a ser um problema quando essa reação se torna muito intensa e exagerada, onde a pessoa tem uma dificuldade de parar de se preocupar e isso causa sofrimento emocional e prejuízos na capacidade de funcionamento em áreas importantes da vida. O tratamento mais eficaz é a combinação de psicoterapia como a terapia cognitivo comportamental, com o tratamento farmacológico como uso de antidepressivos serotoninérgicos e outras abordagens de apoio como técnicas de meditação mindfuness e mudanças no estilo de vida como atividade física e prática de ioga. O antidepressivo demora algumas semanas para fazer efeito e em alguns casos é necessário associarmos medicações de alívio como ansiolíticos por tempo determinado, mas lembre-se que cada caso é avaliado de forma individual.

Depoimentos

Principais Transtornos

Transtorno de Personalidade Paranóide

Transtorno de Personalidade Esquizóide

Transtorno de Personalidade Esquizotípico

Transtorno de Personalidade Antissocial

Transtorno de Personalidade Borderline

Transtorno de Personalidade Histriônica

Transtorno de Personalidade Narcisista

Transtorno de Personalidade Obsessivo-compulsiva

Transtorno de Personalidade Dependente

Transtorno de Personalidade Evitativa

Delirium

Luto

Agende uma consulta com a Dra. Paola Ferrer